quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Cadeia Alimentar

Cadeia Alimentar

Dentro da cadeia alimentar ocorre a transferência de energia e nutrientes que segue a seguinte ordem: produtores (plantas), consumidores (animais herbívoros e carnívoros) e decompositores (fungos e bactérias).
No que diz respeito aos nutrientes, este transporte é finalizado quando eles retornam aos produtores (processo facilitado pelos decompositores) podendo ser reaproveitados na forma de compostos mais simples. No caso da energia, esta não pode ser reaproveitada.
O primeiro nível da cadeia alimentar é formado por seres autotróficos (produtores) que sintetizam a matéria orgânica a partir de substâncias minerais e convertem a energia luminosa em energia química. Fazem parte deste primeiro nível as plantas verdes, as cianofíceas e algumas bactérias que realizam a fotossíntese.
Os demais níveis são formados por seres heterotróficos. Ao contrário do primeiro nível, estes seres não são capazes de produzir sua própria energia, por isso, eles necessitam de substâncias orgânicas produzidas por outros organismos. Fazem parte deste grupo todos os animais (herbívoros e carnívoros) e os decompositores (fungos e bactérias).
Os herbívoros pertencem ao segundo nível da teia alimentar. Estes animais são conhecidos como consumidores primários, pois se alimentam diretamente dos produtores.
Os carnívoros são seres vivos que se alimentam de outros animais. O carnívoro que se alimenta do animal herbívoro, é chamado de consumidor secundário.
Os decompositores são seres que se alimentam de matéria morta e excrementos. Eles possuem uma função muito importante dentro do ecossistema, pois transformam as substâncias orgânicas em substâncias minerais, sendo que estas, servirão novamente de nutrientes para os produtores como as plantas verdes.

Chuva Ácida

Chuva Ácida
Poluição do ar: causa da chuva ácida


A fenômeno climático da chuva ácida é um dos principais problemas ambientas nos grandes países industrializados. Ela ocorre a partir de uma grande concentração de poluentes químicos, que são despejados na atmosfera terrestre diariamente. Estes poluentes, que se originam principalmente da queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo diesel, gasolina entre outros), formam nuvens, neblinas e neve.
Ela é formada por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis. Quando chegam à terra no formato de chuva ou neve, estes ácidos danificam o solo, as plantas, as construções históricas, os animais marinhos e terrestres etc. A chuva ácida pode até mesmo causar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar algumas espécies de animais e vegetais. Causando a
poluição de rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças do sistema respiratório.
Este fenômeno tem crescido significativamente nos países em processo de industrialização como, por exemplo, Brasil, Rússia China, México e Índia. A setor industrial destes países tem crescido muito, porém de forma descontrolada, afetando negativamente o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão (litoral de São Paulo) a chuva ácida causou muitos danos ao meio ambiente e aos moradores. Os ácidos poluentes lançados no ar pelas empresas, estavam causando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros problemas físicos. A chuva ácida também causou desmatamentos significativos na Mata Atlântica na região da Serra do Mar.
Estudos feitos pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza) indicaram que nos países ricos o problema também ocorre. No continente europeu, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas estão sendo danificados pela chuva ácida e outros tipos de poluição.
Curiosidade: o termo chuva ácida foi usado pela primeira vez por Robert A Smith, na Inglaterra durante a Revolução Industrial (meados do século XIX).

Cadeia Alimentar

Cadeia Alimentar é o fluxo unidirecional de matéria e energia, entre produtor e consumidor. Na comunidade biológica existem 2 tipos de seres vivos: produtores consumidores. Os produtos (produtor) são os vegetais seres que produzem seu próprio alimento; Os consumidores não fabricam seu próprio alimento apenas consomem o alimento produzido pelos vegetais de maneira direta. Consumidores diretos são os animais herbívoros (que comem planta). O coelho e um animal herbívoro. Consumidores indiretos são os animais carnívoros (que comem outros animais Que comiam plantas). A onça e um animal carnívoro.






Água e a ecologia

Água e a ecologia

O planeta Terra é formado por ¾ de água (doce e salgada) e apenas ¼ de terra (continentes e terras). Fica bem mais fácil entender isso olhando no globo terrestre: toda a parte em azul representa a água, enquanto a parte em marrom representa a terra.
Apesar de ser gostoso brincar na água salgada do mar na praia, não podemos bebê-la, pois a apropriada para consumo humano é a doce. Essa água doce, que está em 2,7% do total de águas do mundo (os outros 97,3% são de água salgada, vinda de mares e oceanos) é distribuída assim:0,01% nos rios0,35% nos lagos e pântanos2,34% nos pólos, geleiras e icebergsDeu para notar que é muito pouca água doce se comparada à quantidade de água salgada, não deu? Para se ter uma idéia melhor de como é essa proporção, imagine que uma garrafa de dois litros cheia represente toda a água salgada do mundo e um conta-gotas, a água doce.
Também é pouca água em relação ao número de habitantes do planeta Terra. O Brasil é um país privilegiado, pois possui 13,7% da água doce do planeta. E 1,6% de toda essa água está no Estado de São Paulo.Para que a água continue sendo potável (que se pode beber) e suficiente para todos os brasileiros, temos que cuidar bem dela e evitar os desperdícios. Assim, preservamos nosso planeta e proporcionamos condições de boa saúde para as próximas gerações.

Parque Ecológico do Mendanha está em risco de extinção

Parque Ecológico do Mendanha está em risco de extinção!

Acredite se quiser. Foi sancionada a Lei Municipal 4.899/08 e publicada no Diário Oficial da Cidade do Rio de Janeiro no dia 18/08/08, após ser sancionado pelo Prefeito César Maia, que extingue o Parque Ecológico do Mendanha (atual Parque Natural Municipal da Serra do Mendanha - renomeado devido ao SNUC), para transformá-lo em uma Área Especial de Interesse Social. Esta categoria se destina a dar títulos de propriedades e para implantar programas sociais, tais como: conjuntos habitacionais, favela bairro, etc.

Este Unidade de Conservação era a mais bem preservada do município e uma das raras com a situação fundiária resolvida. Ela é coberta com a Floresta Ombrófila Densa mais bem conservada da Cidade do Rio de Janeiro e de toda a Região Metropolitana do Estado do RJ. E por incrível que pareça só agora está sendo estudada, inclusive com a descoberta de uma nova espécie de anfíbio (ainda em descrição).

A área precisaria de reassentamentos (ou redelimitação) e até de ampliação, para proteger o restante da floresta que está fora do parque e para excluir uma área rural.

Toda a Secretaria de Meio Ambiente foi tomada de surpresa, pois uma consulta havia sido realizada e todos foram contra o projeto, totalmente sem propósito. Mas ao apagar das luzes de um mandato, o Vereador Jorge Felipe submeteu um projeto que vai na corrente contrária da conscientização ambiental mundial. Pior é que a Câmara de Vereadores aprovou e o Prefeito sancionou.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008


O que é Coleta Seletiva ?

É um sistema de recolhimento de materiais recicláveis, tais como papéis, plásticos, vidros, metais e orgânicos, previamente separados na fonte geradora. Estes materiais são vendidos às indústrias recicladoras ou aos sucateiros.
As quatro principais modalidades de coleta seletiva são: domiciliar, em postos de entrega voluntária, em postos de troca e por catadores.
A coleta seletiva domiciliar assemelha-se ao procedimento clássico de coleta normal de lixo. Porém, os veículos coletores percorrem as residências em dias e horários específicos que não coincidam com a coleta normal.
A coleta em PEV - Postos de Entrega Voluntária ou em LEV - Locais de Entrega Voluntária utiliza normalmente contêineres ou pequenos depósitos, colocados em pontos fixos, onde o cidadão, espontaneamente, deposita os recicláveis.
A modalidade de coleta seletiva em postos de troca se baseia na troca do material entregue por algum bem ou benefício.
O sucesso da coleta seletiva está diretamente associado aos investimentos feitos para sensibilização e conscientização da população. Normalmente, quanto maior a participação voluntária em programas de coleta seletiva, menor é seu custo de administração. Não se pode esquecer também a existência do mercado para os recicláveis


O que é sustentabilidade?

• É promover ações para a recuperação do equilíbrio ambiental. A idéia é satisfazer as nossas necessidades de recursos naturais sem inviabilizar a sobrevivência e as necessidades das gerações futuras.
• É construir uma relação ética das empresas com seus acionistas, funcionários, fornecedores, clientes, comunidade e governo. É conduzir os negócios com metas compatíveis com o desenvolvimento sustentável do planeta e da sociedade.
• É equilibrar a distribuição de renda e promover a igualdade de direitos,a diversidade e a dignidade. Estimular o desenvolvimento da comunidade em torno da empresa e dos consumidores.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Água - Consciência e preservação

Água - Consciência e preservação

Hoje, metade da população mundial (mais de 3 bilhões de pessoas) enfrenta problemas de abastecimento de água. Muitas fontes de água doce estão poluídas ou, simplesmente, secaram. Você sabia que 97% da água existente no planeta Terra é salgada (mares e oceanos), 2% formam geleiras inacessíveis e, apenas, 1% é água doce, armazenada em lençóis subterrâneos, rios e lagos?

Pois, bem, temos apenas 1% de água, distribuída desigualmente pela Terra para atender a mais de 6 bilhões de pessoas (população mundial). Esse pouquinho de água que nos resta está ameaçado. Isso porque, somente agora estamos nos dando conta dos riscos que representam os esgotos, o lixo, os resíduos de agrotóxicos e industriais.

Cada um de nós tem uma parcela de responsabilidade nesse conjunto de coisas. Mas, como não podemos resolver tudo de uma só vez, que tal começarmos a dar a nossa contribuição no dia-a-dia? Você sabe quantos litros de água uma pessoa consome, em média, por dia? Não? São cerca de 250 litros (isto mesmo, 250 litros ou mais): banho, cuidados de higiene, comida, lavagem de louça e roupas, limpeza da casa, plantas e, claro, a água que se bebe.

Dá para viver sem água? Não dá. Então, a saída é fazer um uso racional deste recurso precioso. A água deve ser usada com responsabilidade e parcimônia. Para nós, consumidores, também significa mais dinheiro no bolso. A conta de água no final do mês será menor. O mais importante, no entanto, é termos a consciência de que estamos contribuindo, efetivamente, para reduzir os riscos de matarmos a nossa fonte de vida: a água.

Dia Mundial da Água



O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) no dia 22 de março de 1992. O dia 22 de março, de cada ano, é destinado a discussão sobre os diversos temas relacionadas a este importante bem natural.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Conseqüências do aquecimento global no meio ecologico

Conseqüências do aquecimento global

O aquecimento global pode trazer conseqüências graves para todo o planeta – incluindo plantas, animais e seres humanos. A retenção de calor na superfície terrestre pode influenciar fortemente o regime de chuvas e secas em várias partes do planeta, afetando plantações e florestas.

Algumas florestas podem sofrer processo de desertificação, enquanto plantações podem ser destruídas por alagamentos. O resultado disso é o movimento migratório de animais e seres humanos, escassez de comida, aumento do risco de extinção de várias espécies animais e vegetais, e aumento do número de mortes por desnutrição.

Outro grande risco do aquecimento global é o derretimento das placas de gelo da Antártica. Esse derretimento já vinha acontecendo há milhares de anos, por um lento processo natural. Mas a ação do homem e o efeito estufa aceleraram o processo e o tornaram imprevisível.

A calota de gelo ocidental da Antártida está derretendo a uma velocidade de 250 km cúbicos por ano, elevando o nível dos oceanos em 0,2 milímetro a cada 12 meses. O degelo desta calota pode fazer os oceanos subirem até 4,9 metros, cobrindo vastas áreas litorâneas pelo mundo e ilhas inteiras. Os resultados também são escassez de comida, disseminação de doenças e mortes.

O aquecimento global também acarreta mudanças climáticas, o que é responsável por 150 mil mortes a cada ano em todo o mundo. Só no ano passado, uma onda de calor que atingiu a Europa no verão matou pelo menos 20 mil pessoas. Os países tropicais e pobres são os mais vulneráveis a tais efeitos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) atribui à modificação do clima 2,4% dos casos de diarréia e 2% dos de malária em todo o mundo. Esse quadro pode ficar ainda mais sombrio: alguns cientistas alertam que o aquecimento global pode se agravar nas próximas décadas e a OMS calcula que para o ano de 2030 as alterações climáticas poderão causar 300 mil mortes por ano.

Problemas ecológicos? A solução pode estar na evolução tecnológica

Problemas ecológicos? A solução pode estar na evolução tecnológica

No artigo entitulado A Nova Revolução Verde, da revista Wired, o jornalista Alex Nikolai Steffen levanta de forma clara quais as medidas e mudança de pensamento podem nos salvar de poluição, efeito-estufa, desastres ambientais como secas ou enchentes e até mesmo guerras.

O mais interessante é que o nosso Brasil está na vanguarda de uma delas, que é o uso de combustíveis renováveis como o etanol. Ontem fui perguntado por dois amigos americanos, que nunca pagaram tanto pelo galão de gasolina, como funciona o carro com motor Flex. Ponto para nós. Imagine meu orgulho em informá-los que usamos automóveis abastecidos com álcool desde o final dos anos 70. Sim, há um interesse enorme em substitutos e o Brasil é não só pioneiro e o maior produtor do mundo, mas também é o melhor nessa área.

Ecologistas estão evoluindo também. Entenderam que as pessoas não irão desistir de seus gadgets eletrônicos e modo de vida moderno para viver em fazendas e andar de bicicleta. Então entra em cena a Toyota, por exemplo, com seu modelo Prius, que faz 800 km com um tanque cheio.

Os quatro pilares da vida moderna que poderão salvar o nosso planeta são:
- Fontes de energia renovável.
- Eficiência de consumo. As baterias duram mais não apenas porque elas evoluíram, mas aprendemos como fazer as mesmas tarefas consumindo menos energia. E desperdiçar menos, significa ganhar dinheiro.
- Qualidade é riqueza. Monitores TFT consomem menos energia, menos material e são menos poluentes. Lâmpadas fluorescentes e LEDs custam mais, mas sua durabilidade é muito maior e compensa o custo em baixo consumo também.
- Planejamento urbano. Cidades com um bom planejamento facilitam a vida dos moradores, o transporte e fazem bom uso do espaço, preservando o ecossistema.

Para quem achava que o nosso futuro era Blade Runner, há uma luz no fim do túnel e ela se chama evolução tecnológica.


Relações Ecológicas

Relações Ecológicas: Nas comunidades bióticas dentro de um ecossistema encontram-se várias formas de interações entre os seres vivos que as formam, denominadas relações ecológicas ou interações biológicas. Essas relações se diferenciam pelos tipos de dependência que os organismos vivos mantêm entre si. Algumas dessas interações se caracterizam pelo benefício mútuo de ambos os seres vivos, ou de apenas um deles, sem o prejuízo do outro. Essas relações são denominadas harmônicas ou positivas.Outras formas de interações são caracterizadas pelo prejuízo de um de seus participantes em benefício do outro. Esses tipos de relações recebem o nome de desarmônicas ou negativas.Tanto as relações harmônicas como as desarmônicas podem ocorrer entre indivíduos da mesma espécie e indivíduos de espécies diferentes. Quando as interações ocorrem entre organismos da mesma espécie, são denominadas relações intra-específicas ou homotípicas. Quando as relações acontecem entre organismos de espécies diferentes, recebem o nome de interespecíficas ou heterotípicas.

DEZ MANDAMENTOS DO ECOLOGISTA

DEZ MANDAMENTOS DO ECOLOGISTA
Nossa espécie tem usado mais a capacidade de modificar o meio ambiente para piorar as coisas que para melhorar. Agora precisamos fazer o contrário, para nossa própria sobrevivência. Reveja seu dia-a-dia e tome as atitudes ecológicas que julgar mais corretas e adequadas. Não espere que alguém venha fazer isso por você. Faça você mesmo.
1 - Estabeleça princípios ambientalistas
Estabeleça compromissos, padrões ambientais que incluam metas possíveis de serem alcançadas.
2 - Faça uma investigação de recursos e processos
Verifique os recursos utilizados e o resíduo gerado. Confira se há desperdício de matéria-prima e até mesmo de esforço humano. A meta será encontrar meios para reduzir o uso de recursos e o desperdício.
3 - Estabeleça uma política ecológica de compras
Priorize a compra de produtos ambientalmente corretos. Existem certos produtos que não se degradam na natureza. Procure certificar-se, ao comprar estes produtos, de que são biodegradáveis. Procure por produtos que sejam mais duráveis, de melhor qualidade, recicláveis ou que possam ser reutilizáveis. Evite produtos descartáveis não reciclados como canetas, utensílios para consumo de alimentos, copos de papel, etc.
4 - Incentive seus colegas
Fale com todos a sua volta sobre a importância de agirem de forma ambientalmente correta. Sugira e participe de programas de incentivo como a nomeação periódica de um 'campeão ambiental' para aqueles que se destacam na busca de formas alternativas de combate ao desperdício e práticas poluentes.
5 - Não Desperdice
Ajude a implantar e participe da coleta seletiva de lixo. Você estará contribuindo para poupar os recursos naturais, aumentar a vida útil dos depósitos de lixo, diminuir a poluição. Investigue desperdício com energia e água. Localize e repare os vazamentos de torneiras. Desligue lâmpadas e equipamentos quando não estiver utilizando. Mantenha os filtros do sistema de ar-condicionado e ventilação sempre limpos para evitar desperdício de energia elétrica. Use os dois lados do papel, prefira o e-mail ao invés de imprimir cópias e guarde seus documentos em disquetes, substituindo o uso do papel ao máximo. Promova o uso de transporte alternativo ou solidário, como planejar um rodízio de automóveis para que as pessoas viajem juntas ou para que usem bicicletas, transporte público ou mesmo caminhem para o trabalho. Considere o trabalho à distância, quando apropriado, permitindo que funcionários trabalhem em suas casas pelo menos um dia na semana utilizando correio eletrônico, linhas extras de telefone e outras tecnologias de baixo custo para permitir que os funcionários se comuniquem de suas residências com o trabalho.
6 - Evite Poluir Seu Meio Ambiente
Faça uma avaliação criteriosa e identifique as possibilidades de diminuir o uso de produtos tóxicos. Converse com fornecedores sobre alternativas para a substituição de solventes, tintas e outros produtos tóxicos. Faça um plano de descarte, incluindo até o que não aparenta ser prejudicial como pilhas e baterias, cartuchos de tintas de impressoras, etc. Faça a regulagem do motor dos veículos regularmente e mantenha a pressão dos pneus nos níveis recomendáveis. Assegure-se que o óleo dos veículos está sendo descartado da maneira correta pelos mecânicos.
7 – Evite riscos
Verifique cuidadosamente todas as possibilidades de riscos de acidentes ambientais e tome a iniciativa ou participe do esforço para minimizar seus efeitos. Não espere acontecer um problema para só aí se preparar para resolver. Participe de treinamentos e da preparação para emergências.
8 - Anote seus resultados
Registre cuidadosamente suas metas ambientais e os resultados alcançados. Isso ajuda não só que você se mantenha estimulado como permite avaliar as vantagens das medidas ambientais adotadas.
9 – Comunique-se
No caso de problemas que possam prejudicar seu vizinho ou outras pessoas, tome a iniciativa de informar em tempo hábil para que possam minimizar prejuízos. Busque manter uma atitude de diálogo com o outro.
10 - Arranje tempo para o trabalho voluntário
Não adianta você ficar só estudando e conhecendo mais sobre a natureza. É preciso combinar estudo e reflexão com ação. Considere a possibilidade de dedicar uma parte do seu tempo, habilidade e talento para o trabalho voluntário ambiental a fim de fazer a diferença dando uma contribuição concreta e efetiva para a melhoria da vida do planeta. Você pode, por exemplo, cuidar de uma árvore, organizar e participar de mutirões ecológicos de limpeza e recuperação de ecossistemas e áreas de preservação degradados, resgatar e recuperar animais atingidos por acidentes ecológicos ou mesmo abandonados na rua, redigir um projeto que permita obter recursos para a manutenção de um parque ou mesmo para viabilizar uma solução para problema ambiental, fazer palestras em escolas, etc.

Conceitos ecológicos importantes

Conceitos ecológicos importantes

População: grupo de indivíduos de mesma espécie Genericamente, uma população é o conjunto de pessoas ou organismos de uma mesma espécie que habitam uma determinada área, num espaço de tempo definido Comunidade ou biocenose: conjunto de espécies diferentes que sofrem interferência umas nas outras. Uma comunidade pode ter seus limites definidos de acordo com características que signifiquem algo para nós, investigadores humanos. Mas ela também pode ser definida a partir da perspectiva de um determinado organismo da comunidade. Por exemplo, as comunidades possuem estrutura trófica, fluxo de energia, diversidade de espécies, processos de sucessão, entre outros componentes e propriedades. Ecossistema é o conjunto formado por todos os fatores bióticos e abióticos que atuam simultaneamente sobre determinada região. Considerados como fatores bióticos as diversas populações de animais, plantas e bactérias e os abióticos os fatores externos como a água, o sol, o solo, o gelo, o vento. Funcionamento A base de um ecossistema são os produtores que são os organismos capazes de fazer fotossíntese ou quimiossíntese. Produzem e acumulam energia através de processos bioquímicos utilizando como matéria prima a água, gás carbônico e luz. Em ambientes afóticos (sem luz), também existem produtores, mas neste caso a fonte utilizada para a síntese de matéria orgânica não é luz mas a energia liberada nas reações químicas de oxidação efetuadas nas células (como por exemplo em reações de oxidação de compostos de enxofre). Este processo denominado quimiossíntese é realizado por muitas bactérias terrestres e aquáticas. Dentro de um ecossistema existem vários tipos de consumidores, que juntos formam uma cadeia alimentar, destacam-se: Consumidores primários São os animais que se alimentam dos produtores, ou seja, são as espécies herbívoras. Milhares de espécies presentes em terra ou na água, se adaptaram para consumir vegetais, sem dúvida a maior fonte de alimento do planeta. Os consumidores primários podem ser desde microscópicas larvas planctônicas, ou invertebrados bentônicos (de fundo) pastadores, até grandes mamíferos terrestres como a girafa e o elefante. Consumidores secundários São os animais que se alimentam dos herbívoros, a primeira categoria de animais carnívoros. Consumidores terciários São os grandes predadores como os tubarões, orcas e leões, os quais capturam grandes presas, sendo considerados os predadores de topo de cadeia. Tem como característica, normalmente, o grande tamanho e menores densidades populacionais. Decompositores ou biorredutores São os organismos responsáveis pela decomposição da matéria orgânica, transformando-a em nutrientes minerais que se tornam novamente disponíveis no ambiente. Os decompositores, representados pelas bactérias e fungos, são o último elo da cadeia trófica, fechando o ciclo. A seqüência de organismos relacionados pela predação constitui uma cadeia alimentar, cuja estrutura é simples, unidirecional e não ramificada. Nicho Ecológico é o modo de vida de cada espécie no seu habitat. Representa o conjunto de atividades que a espécie desempenha, incluindo relações alimentares, obtenção de abrigos e locais de reprodução, ou seja, como, onde e à custa de quem a espécie se alimenta, para quem serve de alimento, quando, como e onde busca abrigo, como e onde se reproduz. Numa comparação clássica, o habitat representa o "endereço" da espécie, e o nicho ecológico equivale à "profissão". Redundância funcional - Em ecologia, o conceito de redundância funcional foi introduzido no âmago da discussão sobre a relação da diversidade com a estabilidade das comunidades biológicas. Numa comunidade biológica, formada pelas espécies que interagem no e com o ambiente em um dado local, o número de espécies é uma forma de descrever sua diversidade e complexidade, muitas vezes denominada de riqueza de espécies ou biodiversidade. Uma discussão que ainda persiste entre os ecólogos é se comunidades com mais espécies são mais estáveis ou mais instáveis que comunidades com menos espécies. Uma questão importante seria qual a importância da diversidade? Ou ainda, qual a implicação do grande número de extinções que ocorrem nos ecossistemas e comunidades devido a mudanças climáticas e impactos causados pela humanidade? Nesta perspectiva, algumas espécies podem desempenhar papeis equivalentes num ecossistema (funcionalmente redundantes) e podem tornar-se localmente extintas sem causar perdas substanciais no funcionamento do ecossistema (Walker 1992, Lawton & Brown 1993). Entretanto modelos adaptados de Lotka-Volterra mostram incompatibilidade da redundância funcional com a coexistência das espécies (Lorreau 2004). Ecótono é a região de transição entre duas comunidades ou entre dois ecossistemas. Na área de transição (ecótono) vamos encontrar grande número de espécies e, por conseguinte, grande número de nichos ecológicos. "Transição entre duas ou mais comunidades diferentes é uma zona de união ou um cinturão de tensão que poderá ter extensão linear considerável, porém mais estreita que as áreas das próprias comunidades adjacentes. A comunidade do ecótono pode conter organismos de cada uma das comunidades que se entrecortam, além dos organismos característicos" (Odum, 1972). "Zona de transição que determina a passagem e marca o limite de uma biocenose à outra" (Dajoz, 1973). "Zona de transição entre dois biomas que se caracteriza pela exuberância dos processos vitais e mistura relativa de espécies circundantes. A estas características se chama efeito de borda" (Carvalho, 1981). "Zona de contato entre duas formações com características distintas. Áreas de transição entre dois tipos de vegetação. A transição pode ser gradual, abrupta (ruptura), em mosaico ou apresentar estrutura própria" (ACIESP, 1980). "Zona de contato ou transição entre duas formações vegetais com característica distintas" (Resolução n° 12, de 4.05.94, do CONAMA). Exemplo: Matas de cocais - mata de transição entre o Bioma Amazônico e a Caatinga. Biotópo ou ecótopo (do grego βιος - bios = vida + τόπoς = lugar, ou seja, lugar onde se encontra vida) é uma região que apresenta regularidade nas condições ambientais e nas populações animais e vegetais, das quais é o habitat. Para viver, a biocenose depende de fatores físicos e químicos do meio ambiente. No exemplo duma floresta, o biótopo é a área que contém um tipo de solo (com quantidades típicas de minerais e água) e a atmosfera (gases, umidade, temperatura, grau de luminosidade, etc.) Os fatores abióticos dum biótopo afetam diretamente a biocenose, e também são por ela influenciados. O desenvolvimento de uma floresta, por exemplo, modifica a umidade do ar e a temperatura de uma região. Biomas é uma comunidade biológica, ou seja, fauna e flora e suas interações entre si e com o ambiente físico: solo, água e ar. Área biótica ou biótopo é a área geográfica ocupada por um bioma. O bioma da Terra compreende a biosfera. Um bioma pode ter uma ou mais vegetações predominantes. É influenciado pelo macroclima, tipo de solo, condição do substrato e outros fatores físicos), não havendo barreiras geográficas; ou seja, independente do continente, há semelhanças das paisagens, apesar de poderem ter diferentes animais e plantas, devido à convergência evolutiva. Um bioma é composto da comunidade clímax e todas as subclímax associadas ou degradadas, pela estratificação vertical ou pela adaptação da vegetação. São divididos em: 1. Terrestres ou continentais 2. Aquáticos Geralmente se dá um nome local a um bioma em uma área específica. Por exemplo, um bioma de vegetação rasteira é chamado estepe na Ásia central, savana na África, pampa na região subtropical da América do Sul ou cerrado no Brasil, campina em Portugal e pradaria na América do Norte. Biosfera é o conjunto de todos os ecossistemas da Terra. É um conceito da Ecologia, relacionado com os conceitos de litosfera, hidrosfera e atmosfera. Incluem-se na biosfera todos os organismos vivos que vivem no planeta, embora o conceito seja geralmente alargado para incluir também os seus habitats. O termo "Biosfera" foi introduzido, em 1875, pelo geólogo austríaco Eduard Suess. Entre 1920 e 1930 começou-se a aplicar o termo biosfera para designar a parte do planeta ocupada pelos seres vivos. O conceito foi criado por analogia a outros conceitos empregues para nomear partes do planeta, como, por exemplo, litosfera, camada rochosa que constitui a crosta, e atmosfera, camada de ar que circunda a Terra. Biosfera é o conjunto de todas as partes do planeta Terra onde existe ou pode existir vida. A biosfera é um tanto irregular, devido à escassez, ou mesmo inexistência, de formas de vida em algumas áreas. Os seus limites vão dos fins das mais altas montanhas até às profundezas das fossas abissais marinhas. Existe mesmo quem considere a Terra como um autentico ser vivo. A vida na Terra terá surgido há cerca de 3800 milhões de anos.

O problema ecológico na Amazônia: verdades e mentiras

O problema ecológico na Amazônia: verdades e mentiras
O surgimento de uma "histeria ecologista" deu espaço para a entrada de falsários com interesses obscuros. Isto, somado à incompetência de alguns, gerou uma perigosa generalização dos principais problemas ecológicos da região, podendo criar entraves ao desenvolvimento e à integração da região com o resto país. Nas últimas décadas, notou-se um grande aumento na área devastada da floresta amazônica. Um fato preocupante é verdade, pois se trata da maior floresta tropical do mundo. Porém, o surgimento de uma "histeria ecologista" deu espaço para a entrada de falsários com interesses obscuros. Isto, mais a incompetência de alguns, gerou uma perigosa generalização dos principais problemas da região. Atualmente, o movimento ecologista, de um modo geral, aponta como principais causadores da degradação do meio-ambiente da região: - A ação das mineradoras: os grandes pontos de mineração da região têm se expandido, e novos têm surgido. Esses complexos exigem uma boa malha rodo ferroviária, gerando mais intervenção humana; - Garimpos de ouro causam degradações imensas, destruindo rios e grandes áreas, principalmente através da contaminação por mercúrio; - A extração de madeira tem sido uma constante. A ação das madeireiras ilegais é a que mais preocupa, derrubando grandes áreas; - O surgimento de grandes áreas de produção agropecuária tem acabado com grandes áreas de florestas; - O avanço da fronteira agrícola nacional, principalmente no norte de Mato Grosso e Goiás e sul do Pará; - O surgimento de novas estradas, ferrovias e hidrovias devido a todos esses fatores; - O surgimento de novas concentrações populacionais e aumento de outras existentes, também pelo mesmo motivo. Como se pode observar, os problemas são apresentados de forma genérica, o que é um grande erro. De fato, todos os fatores acima agridem o ecossistema, mas pode-se apontar alguns que, apesar de tudo, são imprescindíveis para o desenvolvimento sócio-econômico da região Norte e para sua integração com o resto do país. Citemos: - A mineração (subsolo, principalmente) é conseqüência natural da abundância da região, e não faz sentido abrir mão de explorar tais riquezas. Além do mais, essas áreas nem sempre geram grande degradação. Empresas como a Vale do Rio Doce, quando fiscalizadas, costumam atuar de forma bem profissional, minimizando ao máximo o impacto ambiental; - A exploração da madeira, desde que feita de maneira rotacional, com reflorestamentos, sem concentrar-se numa mesma área (evitando esgotá-la), é perfeitamente viável. Já existem bons projetos nesses moldes; - O surgimento de áreas de produção agropecuária é essencial, e feito de forma racional, é perfeitamente plausível. Provavelmente, em breve, alguns estados da Amazônia despontarão como grandes produtores de alimento, pelo menos com condições de abastecer a região; - O surgimento de novas rodovias, ferrovias e hidrovias são cruciais para o desenvolvimento regional, sua integração e o escoamento de sua produção. - E, finalmente, novas concentrações populacionais são conseqüências naturais e também contribuem para o desenvolvimento. É importante salientar que todas essas atividades geram um aumento das ofertas de emprego e movimentação econômica. Também que para que sejam realmente benéficos, e para completar o surgimento de um desenvolvimento sustentado, é preciso combater os verdadeiros vilões, que são: - Os garimpos e mineradoras fora-da-lei; - As madeireiras ilegais e as que fazem uma exploração predatória; - O uso de técnicas incorretas e criminosas por vários produtores agropecuários, como as queimadas não controladas (esse problema não é exclusividade amazônica); - E, finalmente, reduzir a velocidade do avanço da fronteira agrícola. Também devem ser incentivadas outras ações, como expandir as atividades extrativistas não predatórias, de produtos da região, dentre muitas outras. Convém lembrar que, segundo diverso estudo, nos últimos anos notou-se que as devastações têm diminuído, e a floresta tem se recuperado sozinha em muitas áreas. Há cientistas que acreditam que a situação tende a se estabilizar, e que a idéia do breve desaparecimento da Amazônia já é irreal. Mas certamente isso só é possível se forem atacados os problemas corretos. Devido a todas as reais ameaças ao ecossistema da Amazônia, surgiram diversas Organizações Não-Governamentais ecologistas bem intencionadas, que realizam um excepcional trabalho na região. Porém, foi provocada uma espécie de histeria ecologista (provocada principalmente por meios da imprensa, na maior parte no exterior, por motivos inconfessáveis), e surgiu uma enxurrada de ONG's *, algumas nem tão bem intencionadas. Estas, com patrocinadores desconhecidos ou suspeitos, quase todos estrangeiros, têm se mobilizado, e arrastando junto outras de boa índole, tentam emplacar a idéia da necessidade de total intocabilidade da Amazônia. Isso cria entraves ao desenvolvimento e à integração da região com o resto país. Essas ONG's também são responsáveis por boa parte da generalização dos alvos das campanhas ecológicas, como já citado acima, com o mesmo objetivo. Tal generalização contribui para a idéia de que toda ação na região é maléfica e para a idéia da intocabilidade. O movimento ecologista é necessário, e deve concentrar-se nos verdadeiros vilões. Também é preciso investigar as ONG's suspeitas, antes que seu número e influência aumente muito e não haja mais volta. Se isso não for feito, certamente estará dado um primeiro passo rumo à internacionalização da Amazônia, tirando do Brasil o direito de usufruir das riquezas dessa região, que certamente seriam o passaporte do Brasil para um futuro melhor.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

A vida pede um tempo

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O antiambientalista

O antiambientalista

Estatístico dinamarquês enfurece
ecologistas ao pôr em dúvida
dados que prevêem catástrofe
ambiental no planeta

Poucas pessoas atiçaram tanto a ira dos ambientalistas quanto o estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, 37 anos. Em seu livro O Ambientalista Cético, recém-lançado no Brasil, ele desafia os cânones do ambientalismo moderno e derruba uma a uma as previsões catastrofistas dos últimos anos. Em entrevista a VEJA, Lomborg, ex-simpatizante do Greenpeace, explica por que começou a desconfiar dos dados apresentados pelas organizações ecológicas. Ele se impressionou com a entrevista de um economista que desmontava todas as teorias que previam as catástrofes ambientais. "Achei um absurdo e resolvi testar todas as hipóteses apresentadas por ele. Acabei percebendo que ele tinha razão."

Veja – Pelo que o senhor pesquisou, houve algum período da história pior que o atual?
Lomborg – Em geral, pode-se dizer que a tentativa de subjugar a natureza sempre foi o grande desafio do homem. Um dos indicadores primários de bem-estar é a longevidade. Passamos a maior parte de nossa história vivendo 30 anos, em média, e há dois anos a ONU calculou a estimativa média de vida em 67 anos. Nós dobramos nossa expectativa de vida em pouco mais de um século. O fato é que passamos toda a nossa história brigando com a natureza, e agora que estamos bem de saúde, e ricos, resolvemos que queremos mantê-la. Queremos resguardar nossos recursos naturais. Veja quantos países estão transformando suas florestas em reservas ou fazendo reflorestamento. Os ricos podem pagar por isso. É preciso ficar rico para preservar o meio ambiente, porque essa preocupação é um luxo para quem tem fome. Se você está prestes a morrer, não se preocupa com a natureza, somente luta contra ela. Apenas quando se está bem nutrido é que se começa a ter maior preocupação com a natureza. Só agora as nações mais desenvolvidas têm recursos para cuidar dela, e acredito que isso também acontecerá com os países em desenvolvimento em cerca de cinqüenta anos.

Veja – Mas as pessoas não cuidam do meio ambiente em interesse próprio? Se ele se deteriora, a vida na Terra fica insustentável, e não seria esse raciocínio que justificaria o investimento em causas ambientais?
Lomborg – Certamente. Pode-se olhar o caso da poluição do ar. Os melhores dados disponíveis referem-se a Londres. Temos estatísticas desde 1585 até hoje. A poluição do ar ficou muito ruim e matou muita gente em grandes cidades, como Londres, no século XIX, mas começou-se a pensar se se estava suficientemente rico para ter preocupação com isso. Naturalmente, esse era um problema, mas o que realmente afligia a humanidade não era o meio ambiente, e sim a falta de comida e as epidemias. Só quando você está de barriga cheia e não se preocupa com infecções pensa em atacar outros grandes problemas, como o que atinge o ambiente. Você precisa ter muito dinheiro para se preocupar com o ambiente, e isso em boa parte diz respeito ao interesse próprio. É claro que há exceções a essa lógica. Veja o caso das baleias. Elas foram caçadas impiedosamente porque forneciam carne, gordura e óleo em quantidades enormes. Hoje, sua caça causa repugnância. Ninguém mais precisa de baleias, nós só gostamos de tê-las. E isso é bom também.

Veja – Quais são as questões ambientais mais importantes para os ricos?
Lomborg – A única questão realmente importante para os países desenvolvidos é a poluição do ar, em especial a causada pela concentração de partículas. Isso ainda gera problemas. A agência ambiental americana (EPA) estima que de 83% a 96% de todos os benefícios sociais vindos de regulamentações ambientais se originem do controle da poluição do ar. E esse problema tem soluções cada vez mais eficientes nos países desenvolvidos. Ainda poderia ser melhor. Esse é um grande investimento. Todas as outras questões são menores. Obviamente seria bom se lidássemos com elas, mas não são tão importantes, comparadas com educação e saúde.

Veja – Quais são essas questões menores?
Lomborg – Poluição por petróleo, por pesticidas. Pesticidas na verdade são ótimos: eles nos dão comida mais barata, em especial frutas e legumes, e essa é uma das maneiras básicas de prevenir câncer. Embora pesticidas, ainda que regulamentados, causem câncer, estamos falando de cerca de vinte mortes por ano nos Estados Unidos. Eles economizam algo como 100 bilhões de dólares e 26 000 mortes causadas por câncer todos os anos nos Estados Unidos. Não se devem abandonar os pesticidas, porque eles são bons. Embora haja conseqüências negativas, os benefícios são muito maiores. Há outras questões, mas é crucial olhá-las no total e considerar se é necessário regulamentá-las. Existem muitas outras em meu livro, mas nada como a poluição do ar. No mundo em desenvolvimento, o meio ambiente não é a questão mais séria. Importa mais diminuir o número de pessoas que passam fome, melhorar a infra-estrutura e reduzir a pobreza. Se você pára de ter pessoas pobres, pára de ter queimadas na floresta tropical, erosão do solo, uso de combustíveis poluentes. Se as pessoas enriquecem, elas mudam de conduta.

Veja – Se o senhor pudesse se reunir com todos os chefes de organizações ambientalistas, como o Greenpeace, o World Wildlife Fund, entre outras, o que lhes diria?
Lomborg – Acho que eles conhecem a maioria dos meus argumentos. O problema não são as organizações. Eles são grupos de lobby, não se sentem responsáveis em retratar a situação mundial por completo, e estão certos nisso. Minha mensagem não é para eles, que estão fazendo seu trabalho de apontar os problemas, e isso é bom. Devemos ter organizações que mostrem os problemas. Nós só não devemos confiar que elas serão as mensageiras da verdade o tempo todo. Devemos tratá-las criticamente e sempre querer saber como está a situação como um todo. Elas têm um objetivo político definido, que é fazer-nos gastar mais dinheiro com o meio ambiente, enquanto eu quero informar as pessoas para que tomem as próprias decisões políticas.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

A destruição do habitat

A destruição do habitat





A destruição da floresta de Madagascar é um típico exemplo das perdas de habitats da vida silvestre que estão acontecendo por todo o mundo. Infelizmente as florestas tropicais são as áreas mais atingidas.

A riqueza das florestas tropicais

As florestas tropicais são úmidas e quentes, e estão localizadas na América do Sul, América Central, África e Sudeste Asiático. Existem há milhões de anos e contêm uma diversidade enorme em sua fauna e flora.


Muitos dos mais conhecidos animais do mundo vivem em florestas tropicais: chimpanzés, gorilas e gibões e várias outras espécies de macacos; tigres e jaguares; lêmures; os pássaros mais belos do mundo, desde o beija-flor e o papagaio até as aves-do-paraíso. Há milhares de espécies de cobras e de pererecas, milhões de espécies de insetos – tantas que é difícil identificá-las.

Quando as florestas são destruídas, sua excepcional vida silvestre é condenada ao desaparecimento. Nesses últimos 30 anos, têm sido devastadas, para se conseguir madeira ou se formar fazendas, satisfazendo as necessidades dos habitantes da região. Contudo, a taxa de desmatamento tem sido fortemente acelerada, em função da moderna tecnologia. Cerca de metade das florestas tropicais já foi destruída. Se nenhuma ação efetiva contra esse comportamento for iniciada, todas as nossas florestas poderão desaparecer até o início do novo século e uma infinidade de maravilhosas plantas e raros animais também desaparecerão.

Primatas raros das florestas tropicais



Os primatas mais raros do mundo – inclusive o mico-leão-dourado – encontram-se nas florestas tropicais do sudeste brasileiro, dos quais restam menos de 300 indivíduos, preservados na Reserva Biológica do Poço das Antas (RJ).

No Centro de Primatologia do Rio de Janeiro, 20 animais sobrevivem satisfatoriamente em sua colônia de reprodução, apesar da necessidade de outros indivíduos serem levados para lá, a fim de se evitar a endogamia.

O macaco-aranha também está muito ameaçado. Há somente 100 espécimes que sobrevivem em duas reservas, separadamente, e 25, mais ou menos, espalhados nas florestas do sudeste brasileiro. O fato de o macaco-aranha não procriar em cativeiro ameaça sua existência.

Os orangotangos vivem em remanescentes florestas na ilha de Sumatra, na Indonésia, onde existem apenas 2 mil sobreviventes em três reservas, e talvez a mesma quantidade viva fora das áreas preservadas. A chance de sobrevivência dos orangotangos é realmente pequena, em virtude do acelerado processo com que a floresta tropical vem sendo destruída.

Há duas espécies de gorila africano, no leste do Congo e Ruanda. Os que vivem nas montanhas são os mais ameaçados, restando apenas 250 indivíduos. É possível que existam aproximadamente 10 mil gorilas nas planícies, mas supõe-se que somente a metade sobreviva.

Ética e Ecologia - Um alerta mundial

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Que bichinho é este?????

videobichinho curioso

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Pra pensar um pouco nas nossas ações

videoToda ação há uma reação! Mexer em uma coisinha na natureza pode desencandear um desequilibrio devastador!Vídeo bonitinho, engraçadinho mas com uma mensagem poderosa!

Meio ambiente: e EU com isso?

Este vídeo produzido pela equipe do COC é extremamente interessante. Traz imagens e informações que nos levam a refletirmos sobre nossas atitudes diante das questões ambientais. Temas relacionados a Ecologia são cada vez mais distucidos em nossa sociedade pois o homem já percebeu que suas ações interferem diretamente na natureza e o reflexo de tamanho impacto já é sentido por todos: poluição, efeito estufa, aquecimento global, enchentes, etc..
Mas afinal, o que nós temos com isso? O que podemos fazer para minimizar os efeitos das ações do homem sobre a natureza? Como deve ser minha postura diante de tais acontecimentos?
Aguardo a reflexão e os comentários de vocês!




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É impactante!!!
Vamos produzir um também?!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Top 10 de animais extintos

Já se perguntaram o porque que vocês não conheceram nenhuma dessas espécies??? já pensaram da possibilidade de seus filhos não conhecerem o urso Panda, a Arara Azul, Mico Leão Dourado???Não?! Pois bem! Comecem a pensar porque a prova que isto pode acontecer está ai nesta lista!
Pika sarda (Prolagus sardus)Este estranho animal, um tipo de lebre gigante, extinguiu-se aproximadamente em 1800. Foi uma espécie nativa da ilha de Cerdenha e foi descrita por alguns autores como um "coelho gigante sem rabo". A esquisitice de sua carne custou a vida a todos os exemplares da ilha, e só sobreviveram no continente as "pika sarda" e "pika corsa”, duas subespécies.Foram reportadas ocasionais avistamentos de pikas selvagens no interior da ilha de Cerdenha, mas nenhum pôde ser verificado. A última menção que pode se encontrar digna de ser fiel à verdade é a realizada por Cetti em 1774, que descreve as como "ratos gigantes" muito abundantes na ilha de Tavolara, vizinha à ilha de Cerdenha.
Coqui dourado (Eleutherodactylus jasperi)O coquí é uma diminuta rã que habitava em Porto Rico. Recebeu este nome pelo chamado de duas notas que fazem os machos, que soa justamente como "co" - "quí". A fêmea do coquí punha entre vinte e cinco e quarenta ovos a cada vez, em folhas de bromélias e seus filhotes nasciam completamente formados, como adultos em miniatura. Esta forma de reprodução permitia-lhes a independência das fontes água que precisam espécies parecidas para que se desenvolvam.O coquí dourado possuía uma característica cor amarela dourado e um pequeno tamanho de só 2 cm. Habitava principalmente na região da Serra de Cayey. Alguns naturalistas resistem-se a declarar extinta a esta espécie, mas também não se produziram avistamientos de exemplares nos últimos anos.

Tigre persa (Panthera tigris virgata)O tigre persa era também conhecido como "tigre do Cáspio"”. Habitava a região compreendida pela península de Anatólia, o Cáucaso, o Kurdistão, norte do Iraque e Irã, Afeganistão e grande parte da Ásia Central (até a Mongólia). Esta subespécie de tigre era uma das maiores, só era menor que o tigre siberiano e o de bengala.Sua pelagem era amarela ou dourada, com zonas brancas nas costas e cara. As riscas tinham uma cor marrom e no inverno a pelafgem da cabeça crescia para ajudar a suportar o frio das montanhas asiáticas. Isto lhe proporcionava uma característica de "barba” na zona das bochechas.Os machos pesavam entre 169 e 240 kg, com 2.65 a 2.95 metros de tamanho. Nas fortes patas estavam as garras excepcionalmente longas, maiores que as de qualquer outro tigre.Com o progressivo aumento da população humana, o tigre reduziu sua área de ocupação. Quando os czares da Rússia ocuparam as terras fronteiriças da Ásia Central e do Cáucaso, ordenaram ao exército para exterminá-lo. A desflorestação produzida pelos colonos encarregou-se dos poucos que sobreviveram ao extermínio. O último avistamento foi no Tadjikistão em 1961.

Alca gigante (Pinguinus impennis)Foi a espécie maior das alcas, até que foi extinto em 1844. Conhecido como "alca imperial", "grande pingüim" ou simplesmente "pingüim".Foi muito abundante na época romana ao longo da costa do Oceano Atlântico, desde a Flórida até a Groenlândia, incluindo Islândia, Escandinávia, as Ilhas Britânicas, Europa Ocidental e Marrocos. Também podia ser encontrado em todo o Mar Báltico e ao oeste do Mar Mediterrâneo.Os exemplares adultos mediam ao redor de um metro de altura, e sua plumagem era negra nas costas, pescoço e cabeça. Ao lado destacavam duas manchas brancas, o que lhe conferiu o nome o nome: pen gwyn que significa precisamente "cabeça branca" em gaélico. As patas eram escuras e palmeadas. Seu bico, que utilizava para caçar debaixo d'água, era muito robusto. O traço mais distintivo destas aves era sua incapacidade para voar e sua adaptação ao mergulho.Justamente sua incapacidade de voar, e o saboroso de seus ovos significou seu fim: vítimas da caça indiscriminada, no final do século XVI o alca gigante já tinha desaparecido da Europa continental e na América do Norte só abundava ao norte de Nova York. Em 1758 era um animal sumamente raro e em 1800 só podia se visto na Islândia.Quando dois barcos atracaram na Islândia em 1808 e 1813, na época do ano em que punham seus ovos, foi selada a sua sorte. O último casal vivo destes animais foi visto em 2 de junho de 1844.



Codorna da Nova Zelândia (Coturnix novaezelandiae)Conhecida como Koreke em língua maorí, era uma ave que deveria figurar no livro dos recordes. Foram precisos apenas 40 anos para exterminá-la. O primeiro espécime foi capturado em 1827, e os últimos exemplares foram caçados entre 1867 e 1868. Fisicamente, macho e fêmea eram similares em aspecto, ainda que o tamanho da fêmea era menor. O primeiro cientista em descrevê-la foi Joseph Banks, que visitou as ilhas na primeira viagem de Cook.Acredita-se que abundava em 1865. A extinção foi fruto da introdução de animais forasteiros por britânicos: ratos, porcos, etc. Por suposto, os colonos também colaboraram bastante com a caça devido a sua saborosa carne.




Leão do Cabo (Panthera leo melanochaitus)Este leão de 250 quilos de peso era o maior daqueles em território sul-africano. Vivia na zona das planícies herbáceas do Karoo, ao sudoeste da África do Sul. Com freqüência culpam os colonizadores holandeses (os "bóers") por sua extinção , mas sabe-se que os verdadeiros responsáveis por seu extermínio foram os ingleses. No início do século XIX começaram a caçá-lo indiscriminadamente, em parte por esporte e em parte como represália a seus ataques ao gado. Após muitos esforços e bala, conseguiram exterminá-lo em meados da década de 1860.Os machos maiores pesavam até 250 quilos e as fêmeas, 180 quilos de peso. Os machos tinham uma densa melena negra que se prolongava parcialmente pelo ventre. Estes leões não eram muito abundantes pelo que não formavam grandes grupos, senão que levavam uma vida solitária como predadores oportunistas. Quando conheceram os animais domésticos, presas fáceis, chegaram ao extremo de escalar as paliçadas dos assentamentos europeus. O Castelo de Boa Esperança foi construído precisamente para evitar seus ataques.O último leão do Cabo morreu em mãos de um tal general Bisset, numa caça promovida no natal de 1865. Hoje só podem ser vistos empalhados em museus.

Urso do Atlas (Ursus arctos crowtheri)O urso do Atlas era uma subespécie de urso pardo. Habitava na cordilheira do Atlas, desde a Tunísia até o Marrocos. Trata-se do único urso que habitou a África em épocas recentes, onde chegou do Oriente no Pleistoceno.Tinha um tamanho muito menor que outros ursos pardos. Sua pelagem era escura, praticamente negra, no dorso e cinza nas patas e nas costas. Alguns textos romanos mencionam como "abundantes" na cordilheira do Atlas, uma região que nessa época estava coberta por bosques de pinheiros. Inclusive pode ser visto representado em mosaicos romanos dessa época, e possivelmente tenha sido usado nos espetáculos do circo romano.A caça e a destruição de seu hábitat natural praticamente já tinham exterminado com a espécie quando foi estudado cientificamente pela primeira vez. Em 1830, o rei de Marrocos tinha um exemplar em cativeiro, e o último relatório de um avistagem de um destes ursos foi em 1867, próximo a Edough, na fronteira entre o Marrocos e Argélia. Não viveram para serem fotografados.

Quagga (Equus quagga quagga)Esta espécie de zebra extinguiu-se completamente na África do Sul aproximadamente em 1870. Tinha uma pelagem parda (sem riscas) no lombo nos traseiros, e de riscas negras na cara, pescoço, costados e crinas, como têm as demais zebras. O ventre e as patas eram inteiramente brancos. Semelhante pelagem fez com que em 1788 fosse classificada como uma raça a parte.Os quaggas viviam em manadas no sudeste da África do Sul. Seu nome procede da língua dos Khoi e é basicamente uma adaptação do ruído característico emitido pelo animal.Os quaggas foram caçados pelos primeiros colonos holandeses, para aproveitar sua carne e pele. Em meados do século XIX foram mortos milhares de exemplares como parte de um plano de extermínio de animais selvagens. Esta política tinha como objetivo aproveitar as terras onde pastavam os quaggas para alimentar gado doméstico. A população destes animais decresceu rapidamente, e em 12 de agosto de 1883 morreu o último quagga que vivia em cativeiro no zôo de Amsterdã.Seu DNA, estudado no Smithsonian provou que o quagga era uma subespécie da zebra de planície, que se definiu como raça entre 120 e 290 mil anos atrás. Hoje só resta uma fotografia deste animal, tirada em 1870 no zôo de Londres.

Tigre da Tasmânia (Thylacinus cynocephalus)Este mamífero, também conhecido como lobo da Tasmânia, talacino, lobo marsupial ou Tigre da Tasmânia era um carnívoro marsupial nativo da Austrália. O último exemplar capturado vivo foi vendido ao Hobart Zôo da Tasmânia em 1933 e morreu em 1936. Recém então o Governo da Tasmânia havia declarado o "espécie protegida", mas já era muito tarde.O tilacino era muito parecido com os canídeos de outros continentes, apesar de não ser aparentado com nenhum deles. Era um carnívoro adaptado à captura de presas de tamanho pequeno ou médio. Tinha um corpo estilizado, patas finas e rabo igualmente delgado. Sua pelagem era curta com riscas negras ou marrons na parte traseira, daí o nome de tigre. As mandíbulas podiam abrir-se até extremos assombrosos, quase como as de um réptil, e era dotado de 46 dentes.Antes da chegada dos colonos ingleses e dos dingos, o tilacino não tinha concorrência, mas não pôde fazer frente ao novo competidor. Os ataques aos rebanhos de ovelhas fez com que os pastores e o próprio governo colonial os considerasse pragas necessárias de extermínio. E conseguiram antes da primeira metade do século XX.
Golfinho do Rio Chinês (Lipotes vexillifer)Uma das espécies extintas mais recentemente. Bastante parecido com o boto da amazônia, esta variedade de golfinhos emigrou desde o Oceano Pacifico para o rio Yangtzé há uns 20 milhões de anos. Calcula-se que na época da dinastia "Han Erya" tinha umas cinco mil espécimes no rio.Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção, e em 1983 decretou-se que sua caça era ilegal. Em 1986 a população total estimada era de 300 indivíduos, e em 1990, 200. Seu número seguiu decrescendo rapidamente, sobretudo com a construção da Represa das Três Gargantas, que alterou de maneira irrecuperável o hábitat do golfinho. Em 1998 só conseguiram encontrar 7 exemplares, e os cientistas especularam em levá-los para um lago próximo para depois trazê-los de volta ao rio quando suas chances de sobrevivência fossem maiores. Mas uma expedição que percorreu o rio de extremo a extremo em 2006 não conseguiu ncontrar nem um destes golfinhos, pelo qual já é considerado oficialmente extinto.A Fundação de Conservação de Wuhan "Delfín Baiji", fundada em dezembro de 1996 gastou ao redor de 100 mil dólares para a preservação de células in vitro, pelo qual talvez algum dia possamos vêlo novamente.


Curiosidades

O ornitorrinco e a musaranha(um marsupial parecido com um rato) são os dois únicos mamíferos venenosos.
O polvo de anéis azuis é o molusco mais mortífero, sua picada pode matar um ser humano.

A ave mais venenosa, e a única, é o Pitohui encapuchado de Nova Guiné.


A Taipan do noroeste da Austrália é a serpente com um dos venenos mais potentes.O veneno de apenas uma destas serpentes pode matar 125.000 ratos.



As serpentes mais venenosas são as marinhas: a hydrophis e a hudropis.


O anfibio mais venenoso é a rã Flecha Venenosa que vive na Colômbia.


Os macacos Bonobo possuem uma agitada vida amorosa, fazem amor sem importar-lhes nem o sexo nem a idade:um jovem um adulto e vice-versa, fêmea com fêmea , macho com macho ou macho com fêmea.É um verdadeiro bacanal.





































segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vamos começar com conceitos pra compreensão geral


Ecologia, uma rápida definição:
Ecologia é um conceito que a maioria das pessoas já possui intuitivamente, ou seja, sabemos que nenhum organismo, sendo ele uma bactéria, um fungo, uma alga, uma árvore, um verme, um inseto, uma ave ou o próprio homem, pode existir autonomamente sem interagir com outros ou mesmo com ambiente físico no qual ele se encontra. Ao estudo dessas inter-relações entre organismos e o seu meio físico chama-se Ecologia.
Mas, para termos uma definição histórica: “Pela palavra ecologia, queremos designar o conjunto de conhecimentos relacionados com a economia da natureza - a investigação de todas as relações entre o animal e seu ambiente orgânico e inorgânico, incluindo suas relações, amistosas ou não, com as plantas e animais que tenham com ele contato direto ou indireto, - numa palavra, ecologia é o estudo das complexas inter-relações, chamadas por Darwin de condições da luta pela vida”. Foi assim que Ernest Haeckel, em 1870, definiu ecologia.
Assim, como em qualquer outra área, em Ecologia são definidas unidades de estudo, as quais são fundamentais para melhor compreensão desta Ciência. Utilizando-se um modelo de níveis de organização, fica mais fácil de compreendermos as unidades de estudo da Ecologia.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

"Antes que a natureza morra"

"Os grandes problemas da conservação da natureza estão, na realidade, intimamente ligados aos da sobrevivência do próprio ser humano na Terra.
Certos filósofos não hesitam em afirmar que a humanidade está mal encaminhada. Não nos cabe aqui fazer semelhantes considerações ou julgamentos, porém podemos afirmar, de acordo com todos os biólogos, que o ser humano cometeu um erro capital pensando poder isolar-se da natureza e não respeitar certas leis de alcance geral. Existe, já há muito, um divórcio entre o ser humano e seu meio. O velho pacto que unia o primitivo e seu habitat foi rompido de forma unilateral pelo ser humano, logo que este considerou ser suficientemente forte para seguir apenas as leis elaboradas por si mesmo...
... A natureza não deve ser salva para rechaçar o ser humano, mas sim porque a sua salvação constitui a única probabilidade de sobrevivência material para a humanidade, devido a unidade fundamental do mundo onde vivemos".
(Texto adaptado da obra Antes que a natureza morra, de Jean Dorst (Edusp, 1973) extraído de Lopes, Sônia - Bio 3, Ed. Saraiva, 2006)

Esse texto nos faz refletir sobre a importância de termos conhecimentos básicos sobre a dinâmica das populações e a relação destas com o meio ambiente, bem como as situações de desequilíbrio, suas causas e consequências.
Mesmo sendo da década de 70, o texto nos mostra que assuntos relacionados a ecologia são cada vez mais atuais. As previsões de estudiosos se cumprem dia após dia. O ser humano precisa repensar, de fato, sobre suas ações antes que a natureza morra...

Aguardo os comentários de vocês!

Vamos começar!!!

Olá pessoal!
Aqui está o blog... É nosso! Vamos acrescentar o máximo de informações interessantes, curiosidades, imagens, perguntas, etc., sobre essa disciplina tão fantástica que é Biologia. Para os meus alunos do 3º ano da FABES, a ênfase será dada aos temas referentes a Ecologia!
Agora é com vocês!

Beijos
Pró Nay
=)