quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Poluição da água

A poluição da água vem sendo motivo de muitos debates e preocupações no mundo todo pois apesar de ser fundamental para a vida do nosso planeta, a água vem sendo usada de maneira irresponsável, diria até que de maneira irracional uma vez que continuando a poluição ambiental de lagos, rios e oceanos, mais breve do que se possa imaginar poderá vir a faltar água doce. Essa catástrofe só poderá ser evitada se a humanidade mudar radicalmente a maneira de tratar e usar esse bem insubstituível. Mais campanhas de esclarecimento têm que ser feitas, promover mais curso meio ambiente se faz necessário, assim como nas escolas existe a necessidade de mais debates e palestras de esclarecimento sobre: poluição da água, coleta seletiva de lixo, lixo orgânico e lixo reciclável, pontos estes fundamentais para que as nossas crianças comecem desde pequenos a se sentirem responsáveis pela natureza e sua preservação.
Fator determinante na poluição da água é a contaminação por esgotos e produtos químicos, desde a segunda metade do século XVII com a revolução industrial que o ser humano vem deteriorando rios, lagos e mares, com lixo, mineração descontrolada, produtos químicos jogados pelas industrias e esgotos lançados na natureza sem tratamento. Agora, diante da gravidade do problema, muitos governos com uma consciência ecológica bem mais desenvolvida vêm procurando fazer de maneira mais racional a exploração dos aqüíferos, ou seja, vem fazendo uso das grandes reservas de água doce subterrâneas com mais critério. Um dos maiores aqüíferos do mundo é o Aqüífero Guarani, situado na América do Sul sendo que grande parte dele está no subsolo brasileiro. A conscientização vai chegando a passos lentos em vista dos sérios problemas de saúde que temos e que são causados pela poluição da água. É grande o número de pessoas no nosso planeta que não tem acesso a água potável e muito maior o número dos que vivem sem condições sanitárias mínimas.
Políticos, autoridades e pesquisadores promovem encontros e seminários para tratar dos problemas da poluição da água e preservação dos recursos hídricos mundiais e defendem a tomada de atitudes urgentes para que o século XXI não seja atingido por uma grande catástrofe como será a falta de água doce. Medidas devem ser tomadas para o atendimento das necessidades básicas da população, para a valorização da água, cuidados para minimizar a poluição ambiental incluindo projetos para o meio ambiente com o intuito de preservá-lo, tudo isso faz parte de uma ampla tomada de atitudes por parte de todos pois esse não é um problema dos governantes e estudiosos mas de todos nós. A não poluição da água e o seu uso racional, dependem mais da consciência de cada um do que de medidas burocráticas e sem nenhum resultado prático.

Água - O Desafio do Século 21

Essencial à Vida
As mais bonitas imagens da Terra, aquelas que são agradáveis aos olhos, à imaginação, as que são um convite ao relaxamento, sempre têm a água em sua composição: as ondas do mar, as cachoeiras, um riacho cristalino, a neve sobre as montanhas, os lagos espelhados, a chuva caindo sobre as plantas, o orvalho... A ciência tem demonstrado que a vida se originou na água e que ela constitui a matéria predominante nos organismos vivos. É impossível imaginar um tipo de vida em sociedade que dispense o uso da água: água para beber e cozinhar; para a higiene pessoal e do lugar onde vivemos; para uso industrial; para irrigação das plantações; para geração de energia; e para navegação. A água é um elemento essencial à vida. Mas, a água potável não estará disponível infinitamente. Ela é um recurso limitado. Parece inacreditável, já que existe tanta água no planeta!
A Água no Mundo
A água tem se tornado um elemento de disputa entre nações. Um relatório do Banco Mundial, datado de 1995, alerta para o fato de que "as guerras do próximo século serão por causa de água, não por causa do petróleo ou política".

Hoje, cerca de 250 milhões de pessoas, distribuídos em 26 países, já enfrentam escassez crônica de água. Em 30 anos, o número de pessoas saltará para 3 bilhões em 52 países. Nesse período, a quantidade de água disponível por pessoa em países do Oriente Médio e do norte da África estará reduzida em 80 por cento. A projeção que se faz é que, nesse período, 8 bilhões de pessoas habitarão a terra, em sua maioria concentradas nas grandes cidades. Daí, será necessário produzir mais comida e mais energia, aumentando o consumo doméstico e industrial de água. Essas perspectivas fazem crescer o risco de guerras, porque a questão das águas torna-se internacional. Em 1967, um dos motivos da guerra entre Israel e seus vizinhos foi justamente a ameça, por parte dos árabes, de desviar o fluxo do rio Jordão, cuja nascente fica nas montanhas no sul do Líbano. O rio Jordão e seus afluentes fornecem 60 por cento da água necessária à Jordânia. A Síria também depende desse rio. A populosa China também sofre com o problema. O grande crescimento populacional e a demanda agroindustrial estão esgotando o suprimento de água. Das 500 cidades que existem no país, 300 sofrem com a escassez de água. Mais de 80 milhões de chineses andam mais de um quilômetro e meio por dia para conseguir água, e assim acontece com inúmeras nações. Um levantamento da ONU aponta duas sugestões básicas para diminuir a escassez de água: aumentar a sua disponibilidade e utilizá-la mais eficazmente. Para aumentar a disponibilidade, uma das alternativas seria o aproveitamento das geleiras; a outra seria a dessalinização da água do mar. Esses processos são muito caros e tornam-se inviáveis para a maioria dos países que sofrem com a escassez. É possível, ainda, intensificar o uso dos estoques subterrâneos profundos, o que implica utilizar tecnologias de alto custo e o rebaixamento do lençol freático.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Países industrializados poluíram 2,3% a mais de 2000 a 2006

Emissões de gases do efeito estufa aumentaram em 40 países.Dados evidenciam urgência, diz secretário das Nações Unidas.

As emissões de gases do efeito estufa aumentaram 2,3% em 40 países industrializados entre 2000 e 2006, informou nesta segunda-feira (17) em Bonn (Alemanha) o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, em inglês), Yvo de Boer.
Segundo De Boer, os dados evidenciam a necessidade de atuar com urgência, pois caso contrário ameaça o cumprimento das metas do Protocolo de Kioto.
O Protocolo de Kioto compromete os países industrializados a reduzir suas emissões poluentes em 5% no período entre 2008 e 2012 em relação aos níveis de 1990.
De Boer pediu que durante a conferência de Poznan (Polônia), que será realizada de primeiro a 12 de dezembro, se consigam "progressos" visando à cúpula sobre clima que acontecerá um ano depois em Copenhague, onde se deverá acertar um acordo que substitua o Protocolo de Kioto a partir de 2012.
Apesar do aumento generalizado nos últimos anos, De Boer destacou que o volume de emissões em 2006 era 5% inferior a 1990, ano de referência para as metas de redução.
Segundo De Boer, o retrocesso se deveu fundamentalmente à derrubada das indústrias no Leste Europeu após a queda do consumo e não aos esforços concretos para reduzir as emissões.
O secretário-executivo da UNFCCC manifestou seu temor que a crise econômica internacional ocasione uma menor disposição a investir na luta contra a mudança climática.Por outro lado, existe a possibilidade de uma recessão econômica derivar em uma queda do consumo energético.
"Não quero, no entanto, ver as metas do Protocolo de Kioto serem cumpridas à custa de pessoas passando fome", acrescentou.

O HOMEM E A NATUREZA

Qualquer dia, a natureza
Com toda certeza há de reclamar
Com razão, a atitude do homem
Na terra com os rios
E os peixes do mar

As matas ardem em
Grandes queimadas
Construindo estradas que
Nos levarão, a nada
Eu sinto pena da passarinhada
E dos índios queNão podem lutar

E no futuro
Quando uma criança
O ar puro quiser respirar
Vai sentir que onde era floresta
É só fumaça parada no ar

E quando penso
Me dá uma tristeza
Em saber que não posso voltar
Quando ouço o barulho
Da chuva, sinto
Saudades daquele lugar

FALANDO DA NATUREZA

Falando Da Natureza
Faculdade Mental
Composição: Ciro Mental

Vou falar na calma
No cheiro que ela tem
Sabor de coisa boa
Efeito que faz bem

Vou te contar da erva de jah
Flores tão belas decoram meu lar...
Decoram meu lar.. Erva de jah ôi
Decoram meu lar... Erva do pai!

Vou falar nas folhas
Nas flores que ela tem
Aromas naturais
Das portas vão além

Vou te contar da erva de jah
Flores tão belas decoram meu lar...
Decoram meu lar.. Erva de jah ôi
Decoram meu lar... Erva do pai!

Eu falo é da erva do senhor
A natureza mostra o seu valor
O equilíbrio que é necessário, ôi ôi ôi
Pra vivermos melhor, melhor

Vou te contar da erva de jah
Flores tão belas decoram meu lar...
Decoram meu lar..
Erva de jah ôi
Decoram meu lar... Erva do pai!

Eu falo é da erva do senhor
Da paz que vem do seu interior
Da busca eterna pela harmonia
Entre Jah e a terra, e os homens,e as folhas, e os mares, e as ervas do pai!

Vou te contar da erva de jah
Flores tão belas decoram meu lar...
Decoram meu lar.. Erva de jah ôi
Decoram meu lar... Erva do pai!

Ah Aah Erva de Jah
Aah Erva de Jah (2x)
Erva de jah, de jah, de jah ôi ôi ôi (3x)Erva do pai!!

domingo, 16 de novembro de 2008

PROBLEMAS ECOLÓGICOS DAS GRANDES ÁREAS URBANAS

Alguns dos aspectos mencionados anteriormente, como a importação de alimento e energia, são comuns a qualquer centro urbano, independentemente do seu tamanho. Outros, no entanto, acontecem de forma problemática somente nas grandes cidades. Entre estes últimos, foram mencionados a poluição do ar e o destino dos resíduos sólidos. A construção desordenada em áreas de risco e as deficiências no saneamento básico também afetam de modo mais drástico as grandes cidades. Um aspecto importante que deriva diretamente da alta densidade populacional é o da transmissão de doenças. Antes que os humanos se tornassem sedentários com o advento da agricultura, as condições para a transmissão e persistência de doenças virais e bacterianas eram pouco adequadas, principalmente devido ao pequeno número de hospedeiros e seu isolamento.
À medida em que os núcleos urbanos foram crescendo, os seus habitantes viraram reservatórios das doenças e a erradicação destas foi ficando mais complicada. O comércio e posteriormente as viagens intercontinentais propiciaram a introdução de doenças contra as quais as populações não eram imunes. Atualmente, apesar dos avanços da medicina, características como superpopulação, mudanças ambientais e intercâmbio intenso de mercadorias são fatores de risco que beneficiam o espalhamento de novas doenças ou novas formas de doenças conhecidas, principalmente aquelas como a gripe, cujos vírus têm uma alta taxa de mutação. Da forma em que existem atualmente, os sistemas urbanos são artificiais, imaturos e ineficientes em termos energéticos. Precisam da importação de grandes volumes de energia e alimento para a sua manutenção, e por isso não se auto-sustentam. Por outro lado, cidades têm caracteristicamente uma alta heterogeneidade espacial, o que proporciona uma alta diversidade.
Embora isto pareça um contra-senso, casos de maior diversidade em cidades do que no ambiente natural em que estão inseridas são comuns. Como exemplo podemos citar povoamentos estabelecidos em regiões desertas ou áridas, em que água e outros recursos são importados e concentrados na urbe. A manutenção da biodiversidade urbana é importante não só para a própria sobrevivência do homem, mas também pelo seu valor intrínseco. Devido à forte ligação dos organismos urbanos com o homem, é necessário um envolvimento mais efetivo das ciências naturais com as sociais para integrar os conceitos ecológicos ao processo de planejamento urbano. Para haver esta integração, são necessárias mais pesquisas sobre quais são e como se organizam os processos ecológicos que agem nos ecossistemas urbanos

Ecologia Urbana

O SISTEMA URBANO É UM ECOSSISTEMA?

Alguns consideram as cidades como ecossistemas por estarem sujeitas aos mesmos processos que operam em sistemas silvestres. Outros argumentam que a despeito de as cidades possuírem algumas características encontradas em ecossistemas naturais, não podem ser consideradas ecossistemas verdadeiros, devido à influência do homem. O fato é que se definirmos ecossistema como um conjunto de espécies interagindo de forma integrada entre si e com o seu ambiente, as cidades certamente se encaixam nesta definição.
As grandes cidades e outras áreas povoadas estão repletas de organismos. O construtor destes hábitats artificiais é o homem, mas uma infinidade de outras criaturas aproveitam e se adaptam a esses novos hábitats recém criados. Os organismos urbanos, incluindo o homem, também se relacionam com os outros organismos e estas interações podem ser estudadas, sob o ponto de vista conceitual, da mesma forma que relações ecológicas de ecossistemas naturais. Por outro lado, os centros urbanos se desenvolvem de forma diferente dos ecossistemas naturais. Alguns processos e relações ecológicas são mais intensos nas cidades. Um exemplo é a invasão de espécies. Outros são de menor importância, como poderia ser o caso da competição, enquanto que os mutualismos aparecem em porcentagem alta. Em outros casos, como o da sucessão ecológica, os processos são mascarados pela constante interferência humana.